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Será que a IA vai fazer os funcionários perderem o emprego?

Se esta também é o seu questionamento, recomendamos ler este artigo.

A inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias mais disruptivas e promissoras da atualidade. 

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Ela é capaz de realizar tarefas complexas, como reconhecer imagens, compreender linguagem natural, gerar conteúdo, tomar decisões e aprender com os dados. 

Mas será que a IA vai fazer os funcionários perderem o emprego? 

Essa é uma questão que gera muita polêmica e incerteza no mercado de trabalho.

Neste artigo, vamos mergulhar mais a fundo na relação entre inteligência artificial e emprego. 

Acompanhe!

Qual o impacto da IA no mercado de trabalho?

A IA tem um impacto significativo no mercado de trabalho, pois ela pode substituir ou complementar as atividades humanas em diversos setores e funções. 

Segundo um relatório da McKinsey, até 2030, cerca de 375 milhões de trabalhadores em todo o mundo terão que mudar de ocupação ou adquirir novas habilidades.

Isso devido à automação e digitalização de diversos processos.

A chegada do ChatGPT, e de outras ferramentas mais avançadas de IA mostram potencial para substituir profissionais.

Isso em funções que, acreditava-se até então, exigiam aptidões inerentemente humanas. 

E isso gera uma instabilidade no mercado.

Por outro lado, a IA também pode criar novos empregos e oportunidades para os trabalhadores que se adaptarem às mudanças tecnológicas. 

De acordo com um estudo do Fórum Econômico Mundial (FEM), a IA tem o potencial de criar 97 milhões de novos empregos até 2025. 

As profissões que envolvem o desenvolvimento e a manutenção de IA e automação serão cada vez mais procuradas à medida que a IA se expande em diversos setores.

Além disso, a IA pode aumentar a produtividade, a eficiência, a qualidade e a inovação dos negócios, trazendo benefícios para as empresas e para a sociedade.

Leia também: 3 dicas incríveis para prospectar e fechar mais negócios.

Opinião dos brasileiros sobre os impactos da IA no mercado de trabalho

A opinião dos brasileiros sobre os impactos da IA no mercado de trabalho mudou bastante nos últimos anos. 

Em 2021, uma pesquisa da Ipsos mostrou que 49% dos brasileiros acreditavam que a IA criaria mais empregos do que eliminaria nos próximos dez anos.

Isso enquanto 51% acreditavam no contrário. 

A pesquisa também revelou que 67% dos brasileiros estavam preocupados de que muitas pessoas não teriam as habilidades necessárias para competir com a IA no futuro.

No entanto, em 2023, com o boom do ChatGPT e de outras ferramentas avançadas de IA, o cenário parece ter se alterado. 

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Segundo uma pesquisa da KPMG, 84% dos brasileiros confiam na inteligência artificial e 56% estão dispostos a usá-la.

Por outro lado, 19% dos brasileiros são relutantes em relação à tecnologia e 82% se preocupam com os riscos do uso da IA. 

Entre os principais riscos estão a segurança cibernética (66%), a manipulação ou uso prejudicial (63%) e a perda de emprego devido à automação (57%).

Esses dados mostram que os brasileiros têm uma visão ambivalente sobre a IA no mercado de trabalho. 

Eles reconhecem os benefícios que a IA pode trazer para a produtividade e a inovação, mas também temem os riscos que a IA pode representar para a empregabilidade e a equidade.

Pensando em valorizar e tranquilizar eventuais preocupações dos colaboradores, trace estratégias de reconhecimento e agradecimento aos seus esforços. 

Envie brindes personalizados, faça plano de carreira e ofereça bonificações extras.  

Assim, você garante um ambiente de trabalho saudável e aproveita o melhor que a tecnologia tem para oferecer.

O que a IA consegue fazer?

A IA consegue fazer diversas coisas que antes eram exclusivas ou predominantes dos humanos. Por exemplo:

– ela consegue reconhecer imagens e rostos com precisão superior à humana. Com isso, ela pode ser usado para fins de segurança, saúde, entretenimento e educação;

– pode compreender linguagem natural e gerar conteúdo coerente e relevante. Nesse sentido, seu valor está para fins de comunicação, informação, marketing e entretenimento;

– toma decisões baseadas em dados e algoritmos. Já nesse caso para fins de gestão, finanças, logística e jurídico;

– aprende com os dados e se aprimorar continuamente. Isso pode ser usado para fins de pesquisa, desenvolvimento, inovação e personalização.

Projeções futuras e alarmismos da IA no mercado de trabalho

Existem muitas projeções futuras e alarmismos sobre a IA no mercado de trabalho. 

Alguns cenários são mais otimistas e outros mais pessimistas. 

Alguns exemplos são:

– A inteligência artificial vai superar a inteligência humana em todas as áreas e dominar o mundo. Esse é um cenário extremo e improvável, pois depende de muitos fatores técnicos, éticos e sociais que ainda não estão claros ou resolvidos.


– Vai eliminar todos os empregos humanos e causar um desemprego massivo. Já esse é um cenário exagerado e simplista, pois ignora que a IA também pode criar novos empregos e demandar novas habilidades humanas.

 

– Por meio dela vai complementar os empregos humanos e aumentar a colaboração entre humanos e máquinas. Nesse cenário a visão é mais equilibrada e realista, pois reconhece que a IA tem limitações e desafios que podem ser superados com a ajuda humana.

Existem muitas formas de atuação de inteligência artificial e outras tecnologias no mercado de trabalho. 

Desde a parte de recursos para textos, imagens e dados, até a conciliação de dados e informações para ajudar na rotina. 

Isso partindo de ERPs (Enterprise Resource Planning), CRMs (Customer Relationship Management), softwares de gestão para o dia a dia da empresa. 

E avançando para softwares logísticos (como sistema de agendamento de carga), para a logística empresarial.

Leia também: 6 tecnologias que auxiliam nas vendas de sua empresa.

Como a IA pode ajudar na produtividade dos colaboradores?

A inteligência artificial pode ajudar na produtividade dos colaboradores de diversas formas. 

Por exemplo:

– automatizar tarefas repetitivas e burocráticas que consomem tempo e energia dos colaboradores. Assim, eles podem se dedicar a tarefas mais criativas ou estratégicas.

– ela pode fornecer insights valiosos para os colaboradores tomarem decisões mais rápidas e assertivas baseadas em dados. Com isso, eles podem melhorar o seu desempenho e os seus resultados.

– se torna um facilitador da comunicação e a colaboração entre os colaboradores por meio de plataformas digitais que integram voz, texto, vídeo e dados. Dessa forma, eles podem trocar informações e conhecimentos com mais facilidade e eficácia.

– e pode personalizar o aprendizado e o desenvolvimento dos colaboradores por meio de plataformas educacionais que adaptam o conteúdo às necessidades e preferências individuais. Assim, eles podem adquirir novas habilidades e competências com mais rapidez e qualidade.

Conclusão

A IA é uma realidade no mercado de trabalho que traz desafios e oportunidades para os funcionários. 

Ela pode substituir ou complementar as atividades humanas em diversos setores e funções. E também pode criar novos empregos ou demandar novas habilidades humanas.

Os funcionários devem estar preparados para se adaptarem às mudanças tecnológicas por meio da educação contínua, da atualização profissional e da flexibilidade cognitiva. 

Eles também devem valorizar as suas aptidões inerentemente humanas (como criatividade) e emocionais (como empatia).

Bem como sociais (como comunicação), ética (como responsabilidade), entre outras.

A inteligência artificial também pode ajudar na produtividade dos funcionários por meio da automação (de tarefas repetitivas ou burocráticas) e da análise (de dados).

E também da comunicação (entre colaboradores), do aprendizado (personalizado), entre outras formas.

Portanto, uma IA não vai fazer os funcionários perderem o emprego se eles souberem aproveitar as oportunidades que ela oferece.

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Thiago Pirinelli

Thiago Pirinelli, especialista em Estruturação Comercial para empresas que vendem no B2B. É Sócio fundador da Funil de Vendas™ (www.funildevendas.com.br), cocriador do Método Alavancar Vendas, Canvas Funil de Vendas, Simulador de Meta e WeCanvas.app. Co-Autor do livro: Funil de Vendas, o jeito simples de vender. Há 12 anos vem implantando e estruturando processos de vendas em empresas de todo tipo de segmento e tamanho que você possa imaginar, somando mais de 2000 clientes em carteira. Evangelista do método, marca e empresa Funil de Vendas™.  Responsável por apoiar com o Método e CRM uma movimentação de mais de 5 Bilhões de reais em oportunidades ganhas de 2015 à 2022. Atualmente é responsável pelas áreas de aquisições de novos usuários CRM, avanço da plataforma e produtos digitais.